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Não há mais razão para temer o exame de HIV. Antigamente, o resultado positivo não passava de uma condenação. Atualmente, vem carregado de esperança, desde que o diagnóstico seja precoce.

Sabe aquela máxima de que é melhor não saber de certas coisas para não sofrer? É até compreensvel que esse raciocínio se aplicasse ao diagnástico do HIV nas décadas passadas, já que havia pouco a se fazer. Mas o cenário mudou bastante.

"Hoje, a qualidade de vida de quem tem Aids é diretamente proporcional à rapidez com que a doença é descoberta. Conhecer essa condição e tratá-la precocemente agora significa prevenir o adoecimento, manter uma vida sexual ativa sem medo de transmitir o vírus para o parceiro e gerar descendentes sem o temor de que eles nasçam soropositivos", ensina a Dra. Bianca Miranda, infectologista do Hospital Samaritano Higienópolis (SP).

Mas, para isso, importante repetir, é preciso fazer o teste logo, diante de uma mínima dúvida, independentemente de gênero, orientação sexual ou número de parceiros. Quer argumentos?

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  • 81% dos pacientes com acesso ao tratamento têm sua carga viral suprimida.
  • 78 anos. Essa é a perspectiva de vida de um jovem com HIV, que inicia a terapia antirretroviral até por volta dos 20 anos e tem o vírus controlado.
  • Pessoas em tratamento, com a carga viral suprimida, têm um risco insignificante de transmitir o HIV sexualmente.
  • Gestantes soropositivas têm 25% de probabilidade de transmitir o vírus para o bebê. Mas ele cai para cerca de 8% com o uso de antirretrovirais na gravidez e no trabalho de parto.
Fontes: Universidade de Bristol (Inglaterra); Unaids; Secretaria de Vigilância em Saúde- Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
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Veja quais são os principais problemas concomitantes ao HIV, segundo um levantamento da Universidade de São Paulo (USP), com base em quase 500 prontuários de pacientes:

  • 25,3% apresentaram alterações de glicemia, que favorecem o diabetes.
  • 13,7% tinham níveis aumentados de triglicérides.
  • 13,7% tinham hepatite C, doença silenciosa grave, que acomete o fígado.
  • 12% tinham candidíase oral.
  • 11,4% foram diagnosticados com outras doenças sexualmente transmissíveis.
  • 10,2% contraíram tuberculose.
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  • 28 vezes maior probabilidade de contrair tuberculose, entre outras infecções.
  • Grande risco de ter hepatite C que, se não tratada, pode levar ao câncer de fígado.
  • De 2 a 4,5 vezes mais risco de ter problemas cardiovasculares, como infarto e AVC.
  • Maior predisposição a desenvolver câncer, especialmente linfoma, tumor de mama ou útero.
  • Possibilidade aumentada de estar infectado com outras DSTs.
Fontes: Ministério da Saúde; Divisions of Infectious Diseases; General Medicine, Massachusetts General Hospital and Harvard Medical School;
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Se o diagnóstico vem cedo, o infectologista inicia um acompanhamento da saúde geral do paciente, sempre de olho nos problemas comuns em soropositivos. Isso não só permite controlar a Aids como identificar problemas decorrentes dela em estágio inicial. "No início, as consultas costumam ser mensais. Depois, trimestrais, semestrais e, dependendo do caso, podem chegar a um ano de intervalo", explica a Dra. Bianca. O resumo da história é que a Aids só é perigosa se você demorar para descobrir ou relaxar nos cuidados.

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